segunda-feira, 29 de junho de 2009

Glastonbury Festival - O Maior Festival do Planeta

Esse sim é o maior evento musical do planeta, e pra mim não há discussão sobre isso, são mais de 20 locais para apresentações musicais nos seus diversos estilos durante 3 dias. Esse ano rolou do dia 25 ao dia 28 de junho, são muitas atrações em um local que parece uma cidade.



Os principais palcos são: o Pyramid Stage, que teve a presença de Neil Young, The Specials, Lily Allen, Bruce Springsteen, Kasabian, Crosby, Stills & Nash, Spinal Tap, Eagles Of Death Metal, Regina Spektor, Blur, Nick Cave And The Bad Seeds, Madness, Tom Jones, Status Quo, Easy Star All-Stars, entre outros.




O Other Stage teve apresentações de Bloc Party, The Tin Tings, Lady Gaga, The View, The Rakes, Franz Ferdinand, Pendulum, Peter Doherty, Jason Mraz, Metric, The Prodigy, Glasvegas, Yeah Yeah Yeahs, Art Brut, entre outros.







Porém há outros palcos como o John Peel Stage, Jazz/World Stage, The Park Stage, Acoustic Stage, e mais alguns "stages" com nomes estranhos.




Alimentação, lojas de conveniência, ambulantes e uma montueira de coisas você vai achar no lugar além de muita música.




O público que chegou a quase 150.000 pessoas nos 4 dias, gente de tudo que é lugar que você possa imaginar, também pode se notar também um semelhança com o carnaval, muita gente fantasiada e com espírito irreverente, muito legal.



Esse é o festival dos meus sonhos, e tenho em meu planos ir um dia, por enquanto que minha finanças não permitem, eu vou conseguindo vídeos, publicações, até audios e muitas fotos pra pisar lá no futuro. Dentro em breve publicarei mais fotos, caso não tenha paciência, acessem o site oficial do Glastonbury que é o http://www.glastonburyfestivals.co.uk/, e é bem legal.

domingo, 28 de junho de 2009

Seleção da Garra




É assim que eu enxergo a Seleção Brasileira dirigida por Dunga, tomou 2 gols no primeiro tempo, e no segundo mostrou futebol para meter mais do que os 3 que fez ser campeão da Copa das Condfederações por 3 x 2 contra os Estados Unidos, o o bandeirinha deixou de validar uma bola em que o ótimo goleiro Howard tirou de dentro do gol. A seleção foi soberana no segundo tempo, e fulminou a zaga norte americana. Porém não posso deixar de falar da péssima fase que vem passando o Robinho, vem jogando muito mal, querendo ser muito estrela, reclama da arbitragem em todas as jogadas, sem objetividade, um terror em campo, talvez pela péssima escolha de clube, pois defender aquele time horrível do Manchester City é crueldade total, mas cada faz as escolhas que quer, talvez por ele o dinheiro seja mais importante. Me única reclamação do Dunga é essa, preferia mil vezes o Nilmar do que o Robinho em campo, porém os números dele na seleção são invejáveis, pois em 45 jogos como técnico , são 31 vitórias, 10 empates e apenas quatro derrotas. Dá pra dizer algo contra? Jamais, porém alguns ainda vão dizer que o Dunga é isso, que o Dunga é aquilo, principalmente aquela imprensa do sdeste que acha que futebol só existe naquela região. E Dá-lhe Dunga que é símbolo de liderança e garra, pois liderança é para poucos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Fim de um Mito






Fiquei de falar sobre a Seleção Brasileira, mas a nossa Seleção ganhou, meio que nos trancos e barrancos, mas ganhou. Aí logo após o jogo, surge a notícia da morte de um dos maiores, se não for o maior ícone da música pop. Uma perda e tanto, apesar que na minha opinião, já perdemos Michael Jackson a muito tempo, desde que ele resolver mudar sua identidade, claro uma pessoa que tenta mudar sua cor, seja por quaisquer motivo, está mudando sua identidade, que de uma certa forma, atingiu sua música. Há muito tempo, mas há muito tempo mesmo que não ouvíamos trabalhos dele com os àlbuns Off The Wall, Bad e Thriller, que continua sendo a maior vendagem de todos os tempos, e deve vender mais ainda. Tendo sua vida pessoal toda atrapalhada com vários escândalos e coisas mais, não conseguia mais implacar álbuns e singles nas paradas, estava devendo muito aos seus fãs, até a mim, que tive um LP (Vinyl) do álbum Thriller, uma pérola, pra se ter idéia, quando surgiu o vídeo clip da faixa "Thriller" em 1982, eu tinha apenas 9 anos de idade, lembro que foi sufoco pra dormir com medo,..hilário não?...são músicas que escuto até hoje, como "Beat It" que tem a participação de Eddie Van Halen, "The Girl is Mine" com participação de Paul McCartney, e quem não dançou ao som de "Billy Jean"? Faixas que marcaram uma época. Por incrível que pareça só fui conhecer o álbum "Off The Wall" anos depois, já que ele foi o primeiro da sua carreira solo e lançado em 1979, quem não lembra da abertura do programa Vídeo Show da Rede Globo, até os dias de hoje figura a música "Don't Stop 'til You Get Enough", mas também tem as fantásticas "Rock With You" e "Off The Wall". Além do disco Bad de 1987, já dando um sinal de puro pop, mas o último que me agradou e que ainda escuto, tem a faixa "Bad", e as ótimas "The Way You Make Me Feel" e "Man In The Mirror". Pois falando sobre esses 3 álbuns dá pra perceber que aos poucos ele foi se deteriorando, ainda levo em consideração o ótimo clipe de "Black And White" lançado em 1991, mas foras esses 3 álbuns não me acrescentou muito. A gente sabe que vai sair milhares de tributos ao "Rei do Pop", e concordo com que a atriz Elizabeth Taylor falou um dia, que ele é o único que merce essa menção. Talvez ele tenha feito algumas escolhas erradas, mas quem somos nós pra julgar qualquer coisa, que fique somente as boas lembranças dele e sua ótima música.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Brasil X África do Sul

Hoje é dia de Seleção Brasileira, mais tarde eu venho com uma resenha após o jogo, só espero que não aconteça o que aconteceu com a Espanha ontem. Que sirva de lição o salto alto dos espanhóis!!!!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Faith No More Returns !!!!


Mike Patton - lead vocals
Billy Gould - bass guitar
Mike Bordin - drums
Roddy Bottum - keyboards
Jon Hudson - guitar

Essa acima é a formação de retorno de uma das melhores bandas de rock do planeta, talvez até seja um exagero meu, mas os caras não perdem o rítimo, e depois das imagens que eu vi do show no Download Festival em Donington Park na Inglaterra, fiquei mais fã ainda da banda, uma pegada fora da comum. Se passaram 18 anos do primeiro show deles no Brasil, e a primeira aparição pra mim assisti pela tv o show deles naquele Rock In Rio, várias mudanças de guitarrista e por último Jon Hudson que está desde a última formação, talvez esse, o melhor que ali passou, o que tem mais a cara da banda, o restante da formação todo mundo já conhece e sabe da pegada que os caras tem, Mike Patton então, é o mesmo de 18 anos atrás.
Vamos esperar então ver se pinta um novo álbum com inéditas, e uma turnês que passe pelo Brasil, especialmente em Recife, onde já tocaram uma vêz. Por enquanto uma boa alternativa, é buscar um vídeo que está disponível do Download Festival 2009, e boa degustação.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

40 Anos de Woodstock


Foram três dias de paz, amor e música.

E chuva, lama e caos.

O Festival de Música e Artes de Woodstock completa 40 anos neste ano, montado em uma onda renovada de lembranças –frequentemente seletivas– sobre o que aconteceu entre sexta-feira, 15 de agosto, e segunda-feira, 18 de agosto de 1969, na fazenda de Max Yasgur em Bethel, uma cidade no interior de Nova York.

Alguns lembram da desorganização, dos campos repletos de sujeira, das tempestades pesadas e da programação aparentemente aleatória de música, que esticou o festival previsto para três dias até uma inesperada quarta manhã, na qual Jimi Hendrix tocou sua famosa versão de “The Star-Spangled Banner”.

Outros, entretanto, lembram de outras coisas: o espírito comunal de uma geração de jovens que mostrava ao mundo que era capaz de se reunir, ouvir sua música, protestar contra a guerra e, sim, tomar drogas, tudo com resultados genuinamente positivos. Foi, como o “Boston Globe” escreveu em um editorial na época, “um evento de massa de grande e positiva importância na vida do país (...) Em uma nação acossada por uma violência crescente, este é um sinal vibrante de esperança”.

Para o guitarrista Carlos Santana, que tocou no sábado, Woodstock foi “um oceano de colares, cabelos, dentes, olhos e mãos... um oceano de carne em movimento”.

“Se fechar os olhos, é possível esquecer o impacto de ver um oceano de carne em movimento”, prossegue Santana. “Então é possível apenas sentir o som, que tinha uma reverberação diferente quando rebatia nas pessoas e voltava para você.”

Tantos anos depois, o co-fundador de Woodstock, Michael Lang, ainda se alegra com seu contínuo impacto e notoriedade.

“É sempre interessante o quanto repercute atualmente e quão presente ainda está nas vidas de tantas pessoas”, diz Lang, 64 anos, que também produziu as sequências de Woodstock em 1994 e 1999. “Foi como um encontro de tribos, se quiser, os jovens do mundo se reunindo para ouvir ótima música e estar juntos, pacificamente. Foi uma espécie de utopia, e acho que as pessoas ainda anseiam por isso.”

Lang e outros com uma participação em Woodstock certamente esperam que ainda exista um apetite pelas lembranças do festival original, porque possuem uma série de souvenires sendo lançados nos próximos meses para comemorar o aniversário.

“Foi um ponto crítico no tempo”, diz Cheryl Pawelski, uma vice-presidente da Rhino Records, cuja empresa relançou os álbuns originais “Music From the Original Soundtrack and More: Woodstock” (1970) e “Woodstock 2” (1971), e em 18 de agosto lançará “Woodstock -- 40 Years On: Back to Yasgur's Farm”, uma caixa com seis CDs contendo 38 gravações não lançadas anteriormente.

“Meio milhão de jovens se reuniram pacificamente para curtir sua música”, diz Pawelski, “e tudo deu certo e ninguém se machucou. Eu sinto que esse é o atrativo. Foi um momento no tempo que meio que validou todo o movimento jovem de contracultura da época. Foi histórico”.

A divisão Legacy da Sony BMG está se juntando à festa dos CDs, com as edições “Woodstock Experience” de álbuns de 1969 de cinco atrações do festival –Jefferson Airplane, Janis Joplin, Santana, Sly & the Family Stone e Johnny Winter– cada um acompanhado de um segundo CD contendo pela primeira vez a apresentação completa do artista em Woodstock.

Uma nova edição em DVD de “Woodstock: 3 Dias de Paz, Amor e Música” saiu no início de junho, ao mesmo tempo em que um novo site Woodstock.com foi lançado. Uma série de livros –incluindo o livro de memórias de Lang, “The Road to Woodstock”, “Roots of the 1969 Woodstock Festival: The Backstory of Woodstock”, da editora Woodstock Arts, e um livro infantil chamado “Max Said Yes!: The Woodstock Story”, de co-autoria da prima de Yasgur, Abigail– estão sendo lançados ou sairão ao longo da celebração.

Parte da fazenda de Yasgur agora abriga o Bethel Woods Center for the Arts, um anfiteatro que se tornou um espaço ativo de concertos assim como lar do Museum at Bethel Woods, que celebra o festival e também a experiência geral da contracultura dos anos 60. O local também receberá um concerto “Heróis de Woodstock” em 15 de agosto, com a participação de veteranos do festival como Country Joe McDonald, Mountain e Ten Years After.

O Rock and Roll Hall of Fame + Museum, em Cleveland, também está planejando uma exposição especial para o aniversário de Woodstock, e a documentarista premiada Barbara Koppel criou um novo filme para os canais VH-1 Classic e History Channel. Até mesmo Hollywood está participando: “Taking Woodstock” de Ang Lee, que será lançado nos Estados Unidos em 14 de agosto, vê de modo cômico Elliot Tiber, um artista e designer de interiores que ajudou a levar Woodstock para Bethel após o festival ser expulso da vizinha Walkill, Nova York.

Mas alguns sentem que toda a badalação é desnecessária, é claro.

“Foi ótimo, mas foi há 40 anos”, diz Graham Nash, que tocou no festival com a então nova banda Crosby, Stills & Nash (& Young). “Quem é que ainda se importa?”

Resposta: muita gente, principalmente Lang.

Ele teve a idéia de Woodstock após se mudar para o interior de Nova York vindo de Coconut Grove, Flórida, onde dirigia uma loja para usuários de drogas e produziu o festival Miami Pop, em 1968. Em Woodstock, ele foi ao regular Sound-Outs, encontros de música ao ar livre que ocasionalmente contavam com grandes nomes que viviam na área.

“Eu pensei: ‘Este é o modo de ver música. É simplesmente o paraíso’”, lembra Lang. “Não havia restrições. Não havia pressão, nem policiais nem nada. Era apenas curtição, estar junto com ótimas pessoas ouvindo ótima música.”

Lang, que diz que seu instinto é “sempre busque algo maior”, conheceu Artie Kornfeld, um executivo da Capital Records, que ficou intrigado com a visão de Lang.

“Conversando”, lembra Lang, “ele e eu simplesmente dissemos certa noite: ‘Por não nos unimos, trazemos todo mundo que gostaríamos de ver e trazemos todas as pessoas com as quais nos sentimos conectados para ver o que acontece?’”

Seus futuros parceiros, o jovens empresários de formação universitária, John Roberts e Joel Roseman, eram estranhos parceiros, mas o festival de Woodstock se tornou uma realidade, mesmo após ser forçado a encontrar um novo lar restando apenas seis semanas para a data marcada para o evento. Os organizadores superaram um problema aparentemente intransponível atrás do outro, da retirada de último minuto dos policiais fora de serviço de Nova York que tinham sido contratados para compor a segurança do evento –eles acabaram sendo contratados sob pseudônimos– até batalhas com as fornecedoras de alimentos e os problemas contínuos com a construção do espaço, que no final fez com que o festival fosse gratuito, simplesmente porque os portões e catracas não foram concluídos.

“Foi um caos, não foi?” diz Pete Townshend, do Who. “Quero dizer, o que aconteceu fora do palco foi simplesmente além da compreensão –macas, corpos, pessoas vomitando e pessoas tendo viagens ruins. E tudo o que diziam era: ‘Isto não é fantástico? Isto não é lindo?’”

“Eu achei que toda a América tinha enlouquecido naquele momento.”

“Eu simplesmente fiquei nervoso o tempo todo em que estive lá”, diz John Fogerty, do Creedence Clearwater Revival. “Não havia regras. Não havia profissionais de verdade organizando aquilo, nenhuma segurança real preparada. Eu me lembro de ver um sujeito vendendo água, cinco galões por um dólar. Eu considerei a coisa mais comercial e repulsiva que já tinha visto.”

Steve Bartley, que estava se preparando para seu último ano na Universidade de Michigan quando foi a Woodstock, concorda que certamente teve um lado negativo.

“Eu não gosto quando leio artigos que dizem que era o melhor lugar do planeta”, diz Bartley “As pessoas esquecem que a maioria das pessoas não levou comida ou água, que estava quente, úmido e lamacento, e não havia toaletes suficientes.”

“Mas todo mundo se entendeu”, ele acrescenta. “Talvez seja o que o tenha tornado tão mágico. Mas não foi o Jardim do Éden.”

A música foi o legado mais duradouro de Woodstock, vinda de superastros como Joan Baez, Creedence Clearwater Revival, Grateful Dead, Hendrix, Jefferson Airplane e Janis Joplin, ou artistas emergentes como Joe Cocker, Melanie, Santana, Sha Na Na e Ten Years After, cujas carreiras foram impulsionadas por sua participação no festival e, frequentemente, no filme lançado posteriormente.

Quando Crosby, Stills & Nash (& Young) subiram ao palco em Woodstock, aquela era apenas a segunda apresentação pública da banda.

“Todo mundo que conhecíamos ou com que nos importávamos na indústria da música estava lá”, lembra David Crosby. “Eles eram heróis para nós, The Band, Hendrix e o The Who (...) Todos eles estavam atrás de nós em um círculo, tipo, ‘Ok, vocês são os novos garotos no pedaço. Mostrem’.”

Até mesmo Townshend, que famosamente expulsou o ativista Abbie Hoffman do palco quando ele tentou falar para o público durante a apresentação do Who, reconhece que Woodstock ajudou sua banda.

“Ele nos enriqueceu”, ele diz. “‘Tommy’ (1969) já tinha encerrado seu ciclo, tinha vendido talvez um milhão e meio de cópias. Woodstock nos colocou de volta nas paradas e então saiu o filme, e ‘Tommy’ vendeu outras 4 milhões de cópias.”

Richie Havens teve a honra duvidosa de abrir o festival em 13 de agosto. Apesar de programado como a quinta apresentação do dia, ele foi transferido para primeiro quando a banda prevista para abrir o festival, o Sweetwater, não pôde porque seu caminhão de equipamento ficou preso no enorme congestionamento causado pelo tráfego para o festival. Quando a notícia se espalhou de que poderiam ser requisitados a se apresentarem antes do programado, outros artistas fugiram de cena, mas Havens foi lento demais e acabou tendo que se apresentar primeiro.

“Eu pensei: ‘Deus, três horas de atraso! Eles vão atirar latas de cerveja em mim. Eles vão me matar’” diz Havens, que na verdade subiu ao palco quase uma hora após o horário de início planejado. “Felizmente a reação foi ‘Graças a Deus, alguém finalmente vai fazer algo’ e ficaram felizes.”

Baez, que fechou a primeira noite do festival, posteriormente fez uma aparição surpresa no palco livre, em outra área do festival.

“Aquilo foi muito engraçado”, ela lembra. “A pessoa que estava anotando os nomes oficialmente e colocando as pessoas em ordem de apresentação não me reconheceu. Eu era apenas mais uma. Eu acho que apenas disse que meu nome era ‘Joan’.”

Os músicos ficaram pasmos com o tamanho do festival, que a maioria percebeu ao ser trazida ao local por helicóptero.

“Era como formigas em um morro ou algo assim”, lembra o tecladista do Santana, Greg Rolie. “Era difícil conceber. Todo mundo já tinha tocado em vários festivais mas... nada como aquilo.”

Quando o Creedence Clearwater Revival tocou na madrugada de domingo, diz o baixista Stu Cook, os membros da banda não conseguiam enxergar além da beira do palco. O público estava na total escuridão.

“Nós subimos e tocamos”, ele diz, “e após as primeiras canções, nós ainda não sabíamos ao certo se havia alguém lá. Ocasionalmente alguém acendia um isqueiro lá longe. A certa altura um sujeito muito, muito longe, gritou: ‘Nós estamos com vocês!’ e sentimos, tipo, ‘Ok, o concerto é para aquele sujeito’.”

A apresentação do Grateful Dead foi atrapalhada pelo técnico de som –e famoso químico e fabricante de LSD– Owsley Stanley, que decidiu mudar os cabos do palco para a apresentação do grupo. Não apenas foram necessárias três horas para isso, lembra o guitarrista Bob Weir, mas ele estragou tudo.

“Ele fez tudo errado, o mais errado que já vi”, diz Weir. “Nada estava aterrado, assim toda vez que um dos guitarristas encostava no seu instrumento, eles recebiam um choque de baixa voltagem, cerca de 15 volts. Era o suficiente para sacudir seu sistema nervoso.”

“E toda vez que me aproximava do meu microfone, havia uma grande descarga azul que me erguia do chão e me atirava para trás contra meus amplificadores. Quando eu voltava eu estava com o lábio inchado, mas simplesmente voltava e continuava cantando a canção, mas eu não estava 100% enquanto estava lá.”

O restante do festival foi mais do agrado de Weir, entretanto.

“Nós ficamos acampados lá por vários dias e realmente relaxamos com a lama, música e tudo aquilo”, diz Weir, que nadou nu nos lagos existentes no local. “Foi muito divertido.”

Arlo Guthrie também curtiu a experiência fora do palco.

“Eu caminhei em meio à multidão e subi até o lado de trás do morro”, ele lembra. “Eu fiquei estupefato simplesmente por estar na multidão. Não havia para onde ir, nada a fazer exceto estar lá.”

Antes de sua morte em 2002, o baixista do The Who, John Entwistle lembrou de ter bebido uísque e Coca-Cola com cubos de gelo batizados com LSD.

“Eu passei um tempinho viajando”, ele disse. “Eu bebi o restante do uísque e desmaiei. Quando acordei eu estava bem grogue, mas em condição suficiente para tocar... Nós finalmente tocamos e a parte mais incrível foi que, enquanto cantávamos ‘I’m Free’, o sol nasceu, e foi o máximo.”

Os artistas se recordam dos bastidores como “um bom local onde estar”, segundo o baterista Mickey Hart, do Grateful Dead.

“Todos estavam curtindo as coisas que gostavam e batendo papo com todos seus pares”, ele recorda. “Era um clima bem amistoso e todo mundo estava feliz por estarmos vendo uns aos outros.”

“As coisas transcorreram muito bem nos bastidores”, concorda Cook. “Havia muitos confortos. Havia amigos, comida, bom fumo, álcool, de tudo. Nós não estávamos experimentando o mesmo ambiente que as demais pessoas.”

Santana lembra de ter chegado ao local e ter visto Jerry Garcia, o guitarrista do Grateful Dead, “tocando sua guitarra no morro, com um belo sorriso feliz em seu rosto”.

Mas ocorreram alguns problemas com o abastecimento. Leslie West, o guitarrista do Mountain, reclama que Janis Joplin “matou o último bagel antes que eu chegasse aos bastidores”, e Alvin Lee, do Ten Years After, que foi imortalizado pela versão de 10 minutos de “Goin’ Home” que aparece no filme, passou por uma crise de abstinência de tabaco.

“Nós ficamos sem cigarros nos bastidores”, lembra Lee. “Então alguém disse: ‘Eu vou até lá ver se descolo alguns do público’. E ele voltou com uns 20 baseados! Ninguém tinha cigarros.”

A apresentação de encerramento de Hendrix, diante de um público estimado de apenas 40 mil que permaneceram até a manhã de segunda-feira, se tornou um dos momentos icônicos do festival, mas Lang tentou ao máximo colocar o guitarrista diante de um público maior.

“Àquela altura Jimi era o maior astro de rock do mundo”, diz Lang, que pagou US$ 5 mil a Hendrix para se apresentar no Miami Pop e US$ 50 mil para Woodstock. “Eu queria que ele abrisse o show com um set acústico e fechasse com a banda.”

O set acústico nunca aconteceu e, quando ficou claro que o festival estava bastante atrasado, Lang ofereceu a Hendrix tocar à meia-noite de domingo, em vez de ser a última apresentação.

“O empresário dele disse, ‘Não, não, não. Jimi tem que encerrar o show’”, conta o promotor. “E eu disse: ‘Tem certeza que você quer fechar o show?’ E ele disse: ‘Absolutamente’.”

“Então ele se apresentou às 9 horas da manhã”, diz Lang, “e o que me impressionou em sua apresentação foi que ele não se alterou. Aquilo não o incomodou nem um pouco”.

(Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan.)
Tradutor: George El Khouri Andolfato
Matéria do Site UOL: http://musica.uol.com.br/ultnot/nytimes/2009/06/22/janis-joplin-ficou-com-o-ultimo-bagel-conheca-woodstock-da-forma-que-foi.jhtm

segunda-feira, 15 de junho de 2009

As 10 da semana

Sempre gostei de fazer umas listinhas de músicas, toda segunda irei postar uma lista pra semana, então vai a desta:

* hurt so good - John Mellecamp
* lucy in the sky with diamonds - Easy Star All-Stars
* the headmaster ritual - The Smiths
* magnificent - U2
* whem the generals talk - Midnight Oil
* kyoto's song - Curumin
* i'm a man - Black Stroble
* the bigger they are - Gang Gajang
* strong me strong - Yelowman
* layla - Eric Clapton

Meu Tricolor não vai bem

Muita gente fala o que quer, e houve o que não quer...eu ainda acho o Muricy o melhor treinador do Brasil, não vejo outro treinador com a cara do Tricolor, óbvio que há alguns treinadores que eu acho que são muito sérios e profissionais, só dois nomes eu citaria, que seria Dorival Júnior e Ney Franco, mas não quero a saída do Muricy, porém acho que ele anda batendo de mais em pontos que não estão bem, Hernanes precisa de banco, como Jorge Wagner que anda muito previsível. Tá na hora de acabar de vez com esse terceiro zagueiro. Eu vi o Jean Holtz fazer uma boa partida no pouco tempo que atuou pela lateral direita, vi alguns comentando que o Joilson e o Wagner Diniz não tiveram chance, que isso?...eles tiveram muitas e não souberam aproveitar. Concordo que tá na hora de o Washington pegar um banco, mas tá na hora da diretoria contartar um bom atacante, um cara que venha pra fazer gols, não precisa de nenhum nome de "peso". Pelo que vi, uma escalação boa seria:
Dênis, Jean Holtz (Renato Silva), André Dias, Miranda, Júnior César, Eduardo Costa, Jean, Marlos, Jorge Wagner, Dagoberto e Borges.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Quase acertei...

...mas foi por pouco mesmo, não que eu tenha afirmado, mas a Argentina perdeu, e o Brasil teve que suar a camisa literalmente, pois o calor que fazia em Recife era demais. A nossa seleção teve pela frente o forte Paraguai, eu não sou louco, é o forte Paraguai mesmo, pois em outros tempos falaríamos da Argentina, que com Maradona só era forte quando ele estava dentro das quatro linhas, por que na beira do gramado anda me parecendo que ele é um desastre, e olha que quando ele entrou veio soltar piada do Dunga, que a imprensa, principalmente do sudeste o critica. Mas o Maradona deve ter cheirado tanto sal já, que a cabeça entrou em parafuso, corroeu o cérebro...não convocar o Guinhazú do Inter - RS é demais, seria hoje o jogador argentino com mais pegada, mas o que eu tenho haver com isso?...eu quero que a Argentina...opsss...mas se ela chegar é bom possível que leve a próxima copa.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Hoje no Sgt. Peppers

Depois de uma longa data, estou eu tocando no Peppers, e junto com a banda Uskaravelho. Sei que pouca gente está acessando o blog, ou quase ninguém, pois não tive tempo de divulgar o blog. Fica para constar essa notícia.
Ahhh hoje é eliminatórias da Copa de 2010, Brasil X Paraguai em Recife, e vou deixar claro que eu acho que a nossa seleção não vai ganhar o jogo, será? Vamos ver!!!!...E a Argentina, tá jogando agora, são exatamente agora 19:15hs, ainda está 0 X 0, será que vai ganhar? Amanhã eu digo seu sou bom de chute, apesar que nunca fui...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Quarta véspera de feriado dia 10/06 - Uskaravelho & Dj Magão no Sgt.Peppers


Depois de meses sem tocarmos juntos, estaremos nessa quarta botando rock pra galera descolada da cidade. Uskaravelho fazendo aquele rock baseado nos anos 80, e eu, essa pessoa que vos fala, preparando algumas surpresas, e outras nem tanto.

O mais do mesmo

Começar com um título desse, seria colocar o blog pra trás, apesar de que no meu caso isso é bem sério, já deve ser o quinto ou o sexto blog que eu produzo, os demais eu abandonei, e espero não abandonar esse. Será que eu vou conseguir?